sexta-feira, 21 de agosto de 2015

e aqui está o poder da imagem também nos nossos politicos

Confesso que acredito que esta ministra está no bom caminho.
E gosto de ver quando as pessoas sabem de facto usar a sua inteligência.

Deve ter sido das poucas coisas positivas desta suposta festa!
E gostava que tivesse servido de lição a quem deseja liderar o futuro dos portugueses. É necessário despir os preconceitos e vestir a camisola!




quinta-feira, 20 de agosto de 2015

existem dias que custam a passar...

olhamos para o relógio e programamos muitas coisas para cada momento, mas existem dias que parece que teimam a passar. Dias em que sentimos que as horas são eternas, porque queremos que chegue quase ao fim, para ficar aí, para pararmos nesse momento.


terça-feira, 18 de agosto de 2015

2 anos

Tantas e tantas conquistas.

Novas amizades, com algumas partidas.
Acreditei que era mais fácil com pessoas conhecidas, esses conhecidos passaram a ser desconhecidos (num contexto de indiferentes!).
Conheci imensa gente nova.
Construí um novo conceito de comunidade.
Aprendi a viver com um novo conceito de temporário / transitário dentro de mim.
Dou muito pouco como garantido.
Sei aquilo que de facto é mais importante.
Passei a ter menos receio da perda.
Cada vez percebo melhor o conceito de que as "coisas" são para usar!
Sinto que perdi imenso... mas que tudo o que perdi é possível e fácil de recuperar!

Fiz amigas, amigas adultas, amigas que não precisam de me conhecer de muitos anos para me chamarem amigas! É ainda estranho, mas é real!

Ter uma segunda língua é também ainda difícil e irreal!
Descobri que adoro a minha língua. Que adoro o meu país e ganhei a certeza que adoro a minha terra!

Descobri que é verdade "Casa é onde nós estamos"!

E constatei ainda, que a minha família é sem dúvida o meu tesouro e que por ela sou capaz de tudo, e de mais ainda...

E são só 2 anos... que já pareçam 10 e tenho a certeza que vou continuar a descobrir e a conquistar muito mais.



segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Agosto

Ainda que por aqui Agosto seja uma novidade para mim.
A verdade é que Agosto é o mês que nos faz ter a certeza que não estamos a viver em Portugal.

Para além da falta de calor e de Sol, sentimos falta da sardinha assada, com salada de pimentos, da música pimba que se vai ouvindo em cada rua onde nos sentamos a comer uma bela caracolada. Sentimos falta de ter de parar à sombra para sentir uma brisa. Sentimos falta de usar pouca, mas mesmo pouca roupa!
Falta de ir ver o pôr do Sol na praia e ver o mar, com todas aquelas cores que nos inundam os olhos.
Sentimos falta dos abraços dados de forma franca e dos muitos beijinhos que damos (aqui só se dá um beijo!).
De comprar chapéus no Verão no lugar de casacos.
De comer comida fria e saber bem.
De bebidas frias.
De gelados em dias de calor.
De sandálias.
Da praia e de mais praia.
Dos passeios à noite.

e de tanto... tanto... tanto
que eu nunca consigo explicar.

Mas em Agosto, de facto temos a certeza que passamos a viver noutro país. E que nada deste Verão é igual a todos os que já vivemos.


quarta-feira, 12 de agosto de 2015

uma mente ocupada é sempre uma mente sã...

Das milhentas horas de formação que já dei, sobram me para sempre muitas e muitas histórias. Muitas que ouvi, que vi e muitas que tinha de partilhar, para mais facilmente transmitir conceitos.

Na área das relações interpessoais, liderança e motivação, contamos muitas vezes a história de um psiquiatra com vários pacientes e que todos os dias preparava as suas sessões no quintal da sua casa. Sentado na cadeira do jardim, via a família do lado sempre numa correria. Era uma família numerosa, com muitas crianças em idade escolar, um pai que trabalhava todo o dia e uma mãe que tomava conta da casa e da família!
E assistia à azafama que aquela família vivia todos os dias.
Um dia andava a mãe da família no quintal a apanhar a roupa e os muitos brinquedos que por lá se encontravam espalhados e o psiquiatra iniciou conversa, sobre as muitas dificuldades que tinha em perceber alguns dos casos que estava a tratar na altura. No meio da conversa o psiquiatra perguntou à mãe "e você no meio de tudo isto não se sente deprimida, esgotada!?" e ouve a resposta imediata" eu não, acredite vizinho não tenho tempo para isso"!!!!

Claro que a história é demasiado simples e a realidade não se encaixa de forma perfeita nesta história.
Mas sabemos que tem o seu lado de verdade e que nos mostra e bem que uma mente ocupada não se preocupa com coisas pequenas e muito menos tem tempo para alimentar um lado negativo e triste da vida!

Quanto mais aprendemos a agradecer pelo que temos, mais testemunhamos as graças que nos são dadas.
Quanto mais alegria sentimos, mais nos permitimos a ser felizes.

Existe uma frase que nestas formações se escrevia no quadro:
"Comportamento gera comportamento".




terça-feira, 11 de agosto de 2015

existem palavras perfeitas

"Não existe a família perfeita. Não temos pais perfeitos, não somos perfeitos, não nos casamos com uma pessoa perfeita nem temos filhos perfeitos. Temos queixas uns dos outros. Decepcionamos-nos uns aos outros. Por isso, não há casamento saudável nem família saudável sem o exercício do perdão. 
O perdão é vital para a nossa saúde emocional e sobrevivência espiritual. Sem perdão a família torna-se uma arena de conflitos e um reduto de mágoas.
Sem perdão a família adoece. O perdão é a assepsia da alma, a limpeza da mente e a libertação do coração. Quem não perdoa não tem paz na alma nem comunhão com Deus. A mágoa é um veneno que intoxica e mata. Guardar mágoa no coração é um gesto autodestrutivo. É autofagia. Quem não perdoa adoece física, emocional e espiritualmente.
É por isso que a família precisa de ser lugar de vida e não de morte; território de cura e não de adoecimento; palco de perdão e não de culpa. O perdão traz alegria onde a mágoa produziu tristeza; cura, onde a mágoa causou doença."
Papa Francisco



segunda-feira, 10 de agosto de 2015

por aqui já preparamos o Outono...

Já lavei e arrumei quase todas as roupas de Inverno.
Aproveitando a visita dos meus sogros pedi para me trazerem a roupa da Matilde que ainda estava em Portugal e  que irá servir às gémeas este Inverno e o próximo Verão.

Nesta casa, posso ter tudo pendurado nos roupeiros, sem andar sempre na logística de Verão/Inverno, o que na Irlanda nos dá imenso jeito, pois muitas vezes temos que misturar tudo!!!

Fico assim com a ideia daquilo que preciso mesmo de comprar.

Vamos ter que substituir casacos, botas, botas de borracha, ténis e claro mais umas e outras coisas....
A juntar a isto as gémeas vão começar este ano nos escuteiros (ainda estamos à espera dos pormenores) e como tal precisamos ainda de botas de campo, calças impermeáveis, muitas sweat's e impermeáveis!

Este fim de semana, já compramos estes casacos que nos vão dar muito jeito nos próximos 2 meses!